A Importância do Controle Financeiro para a Saúde da Sua Oficina

Pátio cheio, vários carros sendo entregues, pagamentos entrando e uma boa movimentação financeira.

À primeira vista, parece que a oficina está indo muito bem.

Mas existe uma pergunta que todo gestor precisa conseguir responder:

depois de pagar todas as despesas da operação, quanto realmente sobra para a empresa?

Faturamento, dinheiro em caixa e lucro são informações diferentes. E quando o financeiro não está bem estruturado, é fácil confundir uma coisa com a outra.

Saldo em conta não mostra o resultado da oficina

Abrir o aplicativo do banco e encontrar dinheiro disponível não significa necessariamente que aquele valor seja lucro.

Parte desse dinheiro pode estar comprometida com peças, fornecedores, serviços terceirizados, impostos, salários, aluguel e outras despesas que ainda vencerão.

Da mesma forma, um saldo baixo hoje não significa necessariamente que a oficina esteja dando prejuízo. Pode haver valores de clientes, seguradoras, cartões, boletos ou outros recebimentos previstos para os próximos dias.

Por isso, administrar a empresa olhando apenas para o saldo disponível oferece uma visão muito limitada da situação financeira.

O primeiro passo é saber o que você tem para pagar e receber

Para ter previsibilidade, as movimentações financeiras precisam estar registradas.

Nas contas a pagar entram despesas como fornecedores, peças, serviços terceirizados, salários, impostos e demais compromissos da oficina.

Nas contas a receber ficam os valores que ainda entrarão no caixa, com seus respectivos vencimentos e formas de recebimento.

Com essas informações organizadas na Databox, o gestor consegue consultar os compromissos dos próximos dias e também visualizar os recebimentos previstos.

Isso permite olhar para frente, em vez de descobrir a situação financeira somente quando chega o vencimento de uma conta.

Categorizar as despesas também faz diferença

Não basta registrar que R$ 2.000 saíram do caixa.

Para uma gestão financeira eficiente, é importante saber por que esse dinheiro saiu.

Quando as despesas são classificadas corretamente, o gestor consegue entender melhor quanto a oficina gasta com cada parte da operação e diferenciar, por exemplo, custos fixos e variáveis.

Esse histórico ajuda a identificar onde estão concentrados os gastos e fornece informações melhores para a tomada de decisão.

O financeiro também precisa conversar com as Ordens de Serviço

Em uma oficina de funilaria e pintura, parte importante das movimentações financeiras está diretamente relacionada aos veículos atendidos.

Peças compradas para uma OS, serviços terceirizados contratados e valores a receber daquele reparo fazem parte do resultado daquele serviço.

Quando essas informações estão conectadas dentro do sistema, o gestor consegue acompanhar a operação financeira sem depender de diversos controles separados.

Fluxo de caixa responde uma pergunta. DRE responde outra.

Essa diferença é importante.

O fluxo de caixa ajuda o gestor a acompanhar quando o dinheiro entra e quando sai, além dos valores previstos para os próximos períodos.

Já o DRE — Demonstrativo do Resultado do Exercício — organiza receitas, custos e despesas para ajudar a analisar o resultado da empresa.

São duas visões complementares.

Uma oficina pode faturar bastante e ainda ter despesas elevadas demais. Também pode ter dinheiro entrando hoje referente a serviços realizados anteriormente.

Por isso, entender o desempenho financeiro exige mais do que acompanhar movimentações bancárias.

Gestão financeira precisa fazer parte da rotina

Não existe relatório capaz de organizar um financeiro que não é alimentado corretamente.

Contas que chegam precisam ser lançadas. Pagamentos realizados precisam ser baixados. Recebimentos precisam ser registrados. Despesas precisam ser categorizadas.

Quando essa rotina é mantida, o sistema passa a fornecer informações que realmente ajudam o gestor a administrar a empresa.

E é aí que o financeiro deixa de servir apenas para pagar contas e passa a servir também para tomar decisões.

Controle financeiro também é gestão da oficina

Uma oficina pode produzir muito, ter um bom faturamento e, ainda assim, enfrentar dificuldades se não souber administrar aquilo que entra e sai do caixa.

Por isso, acompanhar contas a pagar, contas a receber, fluxo de caixa, despesas e resultado deve fazer parte da rotina de gestão.

Com as ferramentas financeiras da Databox, essas informações ficam organizadas e disponíveis para acompanhamento dentro do sistema.

Assim, o gestor consegue entender melhor a situação financeira da oficina, antecipar compromissos e tomar decisões com base nas informações da própria operação.

Quer conhecer as ferramentas da Databox para organizar a gestão financeira da sua oficina? Fale com nosso time e agende uma demonstração.

Sobre Nós

Posts mais recentes

Nos acompanhe nas redes sociais!